29/12/2015

Uma parte do plantel para 2016

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Codorniz da china no choco

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 Mesmo sendo tirada em chocadeira e com este frio esta codorniz quis começar a chocar.
Na primeira foto está o casal de roseicollis azuis e nas fotos por baixo estão já algumas crias tiradas.

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Crias de 2015 que ficarão no plantel.

Casal de mandarim

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Macho bochecha preta com poupa e fêmea bochecha preta

10/08/2015



صباحكم سعاده حبايبي ❤
Posted by ‎جعفر الناصر‎ on Segunda-feira, 27 de Julho de 2015

05/07/2015

Galápagos: as ilhas de Darwin vão ver nascer novas espécies de aves

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O tentilhão-de-cacto-grande (Geospiza conirostris) foi uma das quinze espécies de tentilhões estudadas
 

O desaparecimento de espécies na Terra é observável no tempo de vida humano. Já a lenta formação de novas espécies é muito mais difícil de captar. Mas foi isso que uma equipa de cientistas foi à procura nas Galápagos, o arquipélago do oceano Pacífico que Charles Darwin visitou e observou os tentilhões, servindo-se mais tarde destas aves como um exemplo para a sua teoria da evolução das espécies.

A equipa, que conta com um investigador português, comparou 25 espécies de aves terrestres daquelas ilhas, onde se incluem, além das 15 espécies de tentilhões, outras aves como a rola-das-Galápagos (Zenaida galapagoensis) ou a mariquita-amarela (Dendroica petechia aureola), para avaliar se continuavam a radiar em novas espécies, ou se essa divergência tinha atingido um equilíbrio. E perceberam que enquanto os tentilhões já tinham parado a radiação, todas as outras aves continuam a divergir.
Por isso, é possível que daqui a milhares de anos haja mais espécies do que hoje, mostra um artigo publicado ontem na importante revista científica Ecology Letters. Esta é mais uma razão para a conservação das ilhas, defendem os investigadores.      
Os estudos filogenéticos recentes — que comparam a sequência de ADN entre espécies para determinar o parentesco entre elas — mostram que todas as espécies de tentilhões derivam de uma única colonização de uma ave proveniente da América do Sul, que chegou ao arquipélago há menos de quatro milhões de anos.
A história natural das ilhas faz-se de acontecimentos improváveis: espécies de animais e de plantas que, por um acaso, levados nas correntes das marés ou transportados por outros animais, instalam-se nestes pedaços de terra. Ao longo dos anos, as espécies adaptam-se, evoluem. Muitas vezes, também se extinguem nas ilhas graças a fenómenos naturais como erupções vulcânicas ou subidas do nível do mar.
“As ilhas são muito dinâmicas, num milhão de anos acontece tudo o que pode acontecer”, diz ao PÚBLICO Luis Valente, da Universidade de Postdam, na Alemanha, e um dos autores do estudo, com Albert Philimore, da Universidade de Edimburgo, Escócia, e Rampal Etienne, da Universidade de Groningen, Holanda.
Mas as ilhas são modelos muito bons para se estudar como é que as espécies se formam. “O facto de as ilhas terem menos espécies e terem fronteiras bem definidas, permite estudar fenómenos que não se conseguem estudar no continente”, defende o biólogo português. “Nos continentes há muito mais movimento, é difícil definir unidades [de área] que façam sentido. As ilhas são perfeitas. Como há muitas ilhas e várias delas partilham condições semelhantes, acabam por ser experiências naturais de evolução e ecologia.” 
Quando Charles Darwin visitou as Galápagos em 1835, durante a sua viagem no navio HMS Beagle, entre 1831 e 1836, encontrou nas diferenças dos bicos dos vários tentilhões, adaptados à alimentação, um argumento para a sua futura teoria da evolução. “Observar esta gradação e diversidade de estruturas de um pequeno grupo de pássaros, intimamente relacionados, poderá mesmo levar alguém a pensar que de um pequeno número inicial de aves neste arquipélago, uma espécie se modificou para diferentes fins”, escreveu o naturalista no seu livro de 1839 A Viagem do Beagle.
“Consegue-se perceber como é que Darwin chegou às ideias que chegou”, defende Luis Valente, 30 anos, que esteve nas Galápagos em 2013. “Há uma proximidade entre as ilhas e há muita facilidade em estudar as espécies. Consegue-se perceber o que liga uma espécie à outra”, conta o biólogo.  
Vinte anos depois de A Viagem do Beagle, Charles Darwin publicou a sua obra-prima, A Origem das Espécies, onde propõe a teoria da evolução. O naturalista defendeu que existe variabilidade entre os indivíduos de uma espécie, e os mais bem adaptados ao ambiente acabam por ter mais sucesso, reproduzem-se mais, tornando as suas características dominantes na população. Ao longo do tempo, este mecanismo acaba por ajudar a originar novas espécies.
As décadas seguintes provaram que Darwin estava certo. Em última instância, a evolução revelou-nos que todas as espécies da Terra estão unidas por um longínquo antepassado comum, tal como Charles Darwin alude no final do livro: “Enquanto este planeta continuava a girar de acordo com as leis fixas de gravidade, uma quantidade infinita de formas tão belas e admiráveis, emergidas de um começo tão simples, evoluía e continua, ainda hoje, a evoluir.”

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O tentilhão-da-terra-de-bico-pequeno (Geospiza fuliginosa)

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A mariquita-amarela (Dendroica petechia aureola) foi outra espécie das Galápagos estudada

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O Mimus trifasciatus é uma das quatro espécies de Mimus que evoluíram nas Galápagos. Mas a sua diversificação, ao contrário dos tentilhões, ainda não terminou

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O papa-lagarta-acanelado (Coccyzus melacoryphus) foi outra espécie estudada


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A rola-das-Galápagos (Zenaida galapagoensis) foi outra espécie estudada

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O papa-moscas-das-Galápagos (Myiarchus magnirostris) está num processo de se diferenciar em espécies diferentes

Novas aquisições

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Casal de diamante papagaio

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Casal de diamante papagaio

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Casal de diamante kittlitz

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